sábado, 21 de agosto de 2010

Lista dos alunos do 3º dia da aula sobre Manuel Bandeira

Informações importantes:

Não haverá ônibus do Nicarágua para a aula, devendo assim, todo os alunos, irem por si. Sem atrasos.

Onde acontecerá? No Espaço Pasárgada, na Rua da União, Centro do Recife, por trás da Agência do Trabalho;

Quando? Dia 26 de agosto de 2010 (quinta-feira);

Que horas? Às 9h da manhã;

O que se pede? Estar com a camisa do Pré-Vestibular Nicarágua e não atrasar. A aula começa pontualmente no horário já mencionado.

(Ainda há vagas)

Alunos:

Marcos Antônio Lima
Lizandra Milena
Josivânia Maria
Pammella Gomes
Rebeca Priscila
Aline Salinas
Juliene França
Renata Costa
Wilma Gomes
Hudson Rafael
Rijkaard Barbosa
Luana Lídia Silva dos Santos
Jessica Patrícia da Silva
Lisandra Maria Gomes
Sylvia de Melo Bandeira
Maxcileide Silva
Victor Magno Santos
Geovany Araújo da Silva
Maria Daiana Pereira
Kleber Raimundo Souza da Silva
Gabriel Goes
Paulo Vinícius da Silva
Maria das Graças Golveia
Elizângela Maria da Silva
Eduarda Ferreira Figueirêdo
Daniele Lima de Arruda Cabral
Bárbara Emanuele Albuquerque
José Airton Abagaro
Christiana Maria Andrade
Kézia Paz
Gessyca Galdino de Souza
Natalia Cabral
Kássia Maria Costa de Freitas
Karen Meridiana Rodrigues
Júlia Paiva
Wellington Souza
Rivaldo Oliveira








quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Uma Estrela Para a Vida Inteira











Será nesta proxima quinta e sexta-feira o encontro de Isaac Melo, Tereza Albuquerque, Luiz Fernando e seus Fera Pré-Vestibular Nicarágua com a vida e obra de um dos grandes mestres da Literatura Brasileira, Manuel Bandeira. O Encontro será no local onde o poeta viveu parte da sua vida e que foi inspiração para parte de sua poética:
"A Rua da União onde eu brincava de chicote-queimado e partia as vidraças da casa de dona [Aninha Viegas
Totônio Rodrigues era muito velho e botava o pincinê na ponta do nariz
Depois do jantar as famílias tomavam as calçadas com cadeiras, mexericos, namoros, risadas
A gente brincava no meio da rua
Os meninos gritavam:

Coelho sai!
Não sai!
(...)
Recife...
Meu avô morto!
Recife morto, Recife bom, Recife brasileiro como a casa de meu avô!"
(Trecho da poesia Evocação do Recife - Manuel Bandeira)
O Evento será no Espaço Pasárgada que fica na Rua da União (por trás da Agência do Trabalho da rua da Aurora) nº 263
Obs: uma terceira data está sendo marcada para os alunos que não conseguiram se inscrever nestas duas primeiras.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Uma Estrela para a Vida Inteira

Nos próximos dias 12 e 13 de agosto, o Pré-Vestibular Nicarágua (3221-8099) estará realizando uma aula sobre a vida e obra do poeta pernambucano Manuel Bandeira sob a coordenação de Isaac Melo que trará para discutir a Literatura deste grande mestre os amigos Luiz Fernando (professor de Literatura do curso) e Tereza Albuquerque (professora da redação do curso). O evento acontecerá no Espaço Pasárgada local onde o escritor passou parte da vida e também foi inspiração de parte da sua poética. É localizado na Rua da União (por trás da agência do trabalho da rua da Aurora), nº 263 no centro do Recife. O evento será das 14h às 17h.

Abaixo o nome dos alunos selecionados para o dia 13 de Agosto (sexta-feira):

Zizônia Azevedo
Willian de Oliveira Ribeiro
Jessylin Jorce
Jessica Luana
Mônica Carla de F. e Silva
Amanda Stepple
Priscila Thais
Mayara Lina
Adriana Bandeira
Monick Rayanne dos Santos
Nathaly Jeanne Ferraz da Silva
Emesson da Silva
Tatiana Barros
Aline Maria
Lucas Batista
Flávia Deodato
Júlio Melo
Juliana Sharlene
Anallyne do Carmo
Amanda Pires
Tarciana Alves
Maria do Carmo Silva
Francisco Fagny
Mitlene Kaline
Rafaela Tomaz de Morais
Chistiana Maria da Fonseca
Gabriela Almeida Carneiro
Priscilla Karla Marinho
Léus Levi da S. Guedes
Jailma Cirilo Silva
Ingliths Gabrielle
Helainy Cristian
Ana Carolina
Andreza Maria
Laura Soares Portela
Karlla Souza de Oliveira Nascimento
Maurício José
Juliana Maria da Silva
Amanda Melina Gomes de Andrade
Tarcila Maciel da Silva
Andreza Maria da Silva
Andresa Kelly souza de Andrade
Filipe Rodrigues
Taynah Souza
Mirela Mendes
Thamires Regina Ribeiro Carneiro
Davison Elias de Andrade Pessoa
Verneck Fiegueiredo
Yago Aguiar
Jaqueline Souza

Obs: Qualquer nome errado acima é necessário que seja corrigido pelo aluno nos comentários do blog assim como os sobrenomes não fornecidos. Caso não consiga tente pelo twitter (@isaac_melo) ou pelo e-mail (sejamovc@hotmail.com)

Uma Estrela para a Vida Inteira (Aula)

Nos próximos dias 12 e 13 de agosto, o Pré-Vestibular Nicarágua (3221-8099) estará realizando uma aula sobre a vida e obra do poeta pernambucano Manuel Bandeira sob a coordenação de Isaac Melo que trará para discutir a Literatura deste grande mestre os amigos Luiz Fernando (professor de Literatura do curso) e Tereza Albuquerque (professora de redação do curso). O evento acontecerá no Espaço Pasárgada local onde o escritor passou parte de sua vida e também foi inspiração de parte da sua poética. É localizado na Rua da União (por trás da agência do trabalho na rua da Aurora), nº 263, no centro do Recife. O evento será das 14h às 17h.

Abaixo o nome dos alunos que foram selecionados para o dia 12 de agosto (quinta-feira):

Manuela Lucena
Lívia Mayara
Poliana Maurício
Mayara Anes
Yasmim Martins
Dayane Laursen
Rebeca Mendonça
Raphael Henrique
Ialle Laís Monteiro da Silva
Nádia Oliveira
Daniele Priscila
Nizza Maiza
Itamar José
Maria Priscila
Karolina Alves
Alice Moura
Welton Barreto
Ítalo Leandro
Amanda Ariel
Maria Daiana
José Anderson
Idalina Queiroz
Karla Souza
Rayane Guimarães
Suzane Ramos
Hellenylda Aguiar
Vitória Cabral
Juraci Maria
Priscilla Gameiro
Priscilla Falcão
Virma Pena
Elaine Alves
Wellington Barbosa
Romário Nunes
Jason Cleto
Naise Caroline
Maria Natanna
Ana Luíza
Ana Bárbara
Aiza Campos
Heloíza Helena
Karen Meridiana
Ítalo Ricardo S. de Araújo
Nathalia Gonzaga de Oliveira
Carlos Henrique de V. Nascimento
Victor Marcos B. da Silva
Eufrázio da Costa Miranda
Emília Cristina S. da Silva
Liliane Souza
Camila Batista
Drielli Cavalcanti

Obs: Se algum dos nomes estiver errado deixe como recado a coreeção, assim como as dúvidas. Caso não consiga, corrija pelo twitter (@isaac_melo) ou pelo e-mail (sejamovc@hotmail.com)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Site pela Paz*







"Jovem Maranguape é jovem da maldição. Nós somos conhecidos o terror da integração. Junto com Tabajara, Satanás incorporou. Sai da frente inferno coral, que a jovem já chegou. E meu comando feminino, é ruim de invadir, pras comédias de Arthur p.c.. e esta aqui". Acima está o resultado do conteúdo de uma pesquisa que fiz nos sites das principais torcidas organizadas daqui do Recife. As torcidas organizadas da Inferno Coral, Fanáutico e Torcida Jovem do Sport deveriam, ao meu ver, ter um acompanhamento pedagógico na formulação de seus sites. Não estou querendo punição, até porque não cabe a mim julgar até que ponto se torna crime virtual fazer apologia à violência. Mas que esses integrantes das organizadas precisam de um acompanhamento de perto da justiça (Ministério Público) para a prevenção da violência, isso, realmente, precisam. Muito se vem falando sobre a construção de uma cultura pela paz. Dá para notar o uso excessivo de empregos de metáforas bélicas pela imprensa escrita e televisiva ao se referir a uma partida de futebol. Palavras como "batalhas", "lutas", "confrontos", "romper a muralha do time adversário", já estão sendo aos poucos revistas pelos jornalistas ao construir um noticiário esportivo. Agora, imaginem a força das palavras "pavilhões", "terror da capital", "lutadores de jiu jitsu", "torcida pitbull", "união do mal", "comando feminino", "inferno" e "gange"...?
Para se ter uma ideia, os bairros estáo sendo tratados pelas organizadas como pavilhões de penitenciárias, as torcidas são sempre intituladas por elas mesmas de terror da capital.
O que mais me incomoda é o uso indevido de imagens de personagens históricas como Lampião, Che Guevara, associadas à baderna, à "desordens" pública. As músicas feitas por Chico Science são utilizadas para iniciar um "espetáculo fumaçante" de destruição dos equipamentos urbanos públicos. A figura do sexo feminino é associada ao crime. As músicas colocadas em sites estão longe de serem canções de hino de nossos times. Os desenhos dos mascotes dos nossos clubes parecem mais aberrações demoníacas de leões, timbus e cobras inflados por "bomba-anabolizantes" de conteúdo violento, colocados por esses integrantes de torcidas organizadas. Diante de todo esse conteúdo violento, precisamos usar a força. A força ancorada na pedagogia preventiva que envolva o Ministério Público, a Polícia e os Diretores de torcidas organizadas para acabar com o uso indevido de conteúdo violento na internet. Acredito que a mudança começa pelos Diretores das organizadas, mudando as estampas das camisas comercializadas, incentivando os integrantes que sabem desenhar para a criação de desenhos com significados carregados de conotação de paz nos estádios, desenhos que associem o gênero feminino à paz da dinâmica do futebol, desenhos que incentivem as charangas a tocarem e a cantarem músicas pela paz. É nesta direção que peço às entidades públicas, como o Ministério Público de Pernambuco, integrantes de secretarias envolvidas com a educação, que venham a trabalhar junto com os integrantes de torcidas organizadas de Pernambuco na construção de sites pela prevenção da violência, pois, assim, estaremos, por exemplo, economizando dinheiro ao diminuir o número de intalações de câmeras eletrônicas em nossa cidades.


Fábio Paulo Pernambuco (Geógrafo)
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*A escolha deste texto para publicar no blog foi exatamente o conteúdo por ele passado. A construção textual é repetitva e sem uma conclusão relevante. Mas, ratificando, a escolha foi pelo tema abordado. Sendo os "itálicos" feitos por mim.
(Isaac Melo)






sexta-feira, 16 de julho de 2010

O nosso Modernismo


O Modernismo, tomado na acepção estrita do movimento nascido em torno da Semana de 22, significou, em um primeiro tempo, a ruptura com a rotina acadêmica no pensamento e na linguagem, rotina que isolara as nossas letras das grandes tensões culturais do Ocidente desde os fins do século. Conhecendo e respirando a linguagem de Nietzshe, de Freud, de Bergson, de Rimbaud, de Martinetti, de Gide e de Proust, os jovens mais lúcidos de 22 fizeram a nossa vida mental dar o salto qualitativo que as novas estruturas sociais já estavam a axigir. Nesse abrir-se ao mundo contemporâneo, o Brasil reiterava a condição de país periférico, semicolonial, buscando normalmente na Europa, como o fizera em 1830 com o Romantismo ou em 1880 com o Realismo, as chaves de interpretação de sua própria realidade. Entretanto, a mesma corrente que fora aprender junto à arte ocidental modos novos de expressão refluiu para um conhecimento mais livre e direto do Brasil: o nacionalismo seria o outro lado da praxis modernista.


Pode-se hoje insistir numa ou noutra opção, e contestar nos homens de 22 certo exotismo estético, ou, na linha oposta, o seu amor às soluções folclóricas, neo-indianistas, neo-românticas... Mas o que não parece muito inteligente é condenar com arbítrio a-histórico o caráter dúplice que deveria fatalmente assumir a cultura entre provinciana e sofisticada dos anos de 20 em São Paulo. Na sua vontade de acertar o passo com a Europa, sem deixar de ser brasileiro, o intelectual modernista criou como pôde uma nova poesia, um novo romance, uma nova arte plástica, uma nova música, uma nova crítica; e a seu tempo se verá o quanto ainda lhe devemos.


(Alfredo Bosi em A História Concisa da Literatura Brasileira)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A força da poesia


Hoje pensando na vida, veio-me na cabeça uma poesia que não lia nem ouvia há pelo menos 7 anos. E ela, no passado, doeu. Hoje parece ter mudado. Eu e a poesia mudamos. Ela com novos sentidos e eu com uma nova dor. Duas vertentes continuam: ela, materialmente falando e a minha dor, abstratamente afirmando. Saudade. Eis a palavra que explica 100% o que senti ao lembrá-la tanto tempo depois. Temos aí materializado em versos parágrafos da minha vida.


Bilhete


Se tu me amas, ama-me baixinho

Não o grites de cima dos telhados

Deixa em paz os passarinhos

Deixa em paz a mim!

Se me queres,

Enfim,

tem que ser bem devagarinho, Amada,

que a vida é breve e o amor mais breve ainda.

(Mário Quintana)